Sonhos despedaçados... Vida que escorre pelos dedos, tão lentamente como o mais calmo rio a caminho do mar...
Tempo que não passa, não pára
Uma vontade de algo que nem eu mesma sei que nunca dorme, que nunca morre
Saudade do impossível, do que nunca veio e nunca virá...
Hoje estou assim... minúscula... E ao contrário do que o poeta disse:
Morrer dói!
(Escrito por volta de 01:00 no meio de um bar, com o fone no ouvido, alheia a tudo e a todos... escutando "Angel- Boyce Avenue)
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